ATUALIZAÇÃO DE MERCADO: Efeito Brexit

Entenda os esforços sobre-humanos para estabelecer planos comerciais, políticos, visionários e esperançosos com o objetivo de criar um pólo desenvolvido e unido que abarcasse os principais Estados do Velho Continente.
http://laltrafinanza.blogspot.it/2016/06/ Atualizando-mercati-Effetto-brexit.html

Mentes inspiradas que em um passado não tão distante viveram o espectro do conflito mundial recentemente consumido, concentraram esforços sobre-humanos para estabelecer planos comerciais, políticos, visionários e esperançosos com o objetivo de criar um pólo desenvolvido e unido que abarcasse os principais Estados do Velho Continente.

Pensamos em estadistas como Adenauer, Walter Hallstein, Johan Willem Beyen, Joseph Bech, Alcide De Gasperi, Paul-Henri Spaak, o próprio Winston Churchill, para citar um inglês… assustador e sentiu a necessidade de criar um denominador europeu comum baseado na solidariedade entre os povos e na colaboração económica.

Nesse sentido, fica proibida a leitura mais cuidadosa do voto britânico a favor do Brexit, onde os “idosos” britânicos, ou seja, a memória histórica em teoria do país, são os principais artífices da infeliz escolha que emergiu da referendo.

A má informação cívica europeia, os fracos resultados económicos graças à crise global desenfreada, bem como a ausência de políticas económicas comunitárias centradas no desenvolvimento geraram o descontentamento que ultrapassou as raízes muito mais profundas do projeto da UE.

A união política sempre representou o passo mais delicado, mas ao mesmo tempo mais importante, para fazer o projeto europeu decolar. Assim, as reflexões mais coerentes ligadas ao futuro da União Europeia têm, a nosso ver, uma dupla leitura.

A primeira, mais financeira e especulativa, podia ver a intervenção ainda mais massiva e acomodatícia dos Bancos Centrais que, com o objectivo de salvaguardar a estabilidade dos preços e das moedas, poderiam aumentar as manobras expansionistas em apoio da União Europeia e paralelamente à Sistema financeiro anglo-saxão atualmente sob forte pressão.

O movimento abrupto tem muita irracionalidade com toda a honestidade, a menos que os mercados desconsiderem algo que não seja de domínio público… Não nos surpreenderíamos se os mercados em julho recuperassem grande parte do terreno perdido na esteira das intervenções extraordinárias dos Bancos Centrais.

A segunda prevê um exame mais completo do quadro económico europeu que passa da implementação de uma coesão política real e tangível para o tão esperado pacto fiscal. Somente se houvesse respostas convincentes sobre essas 2 questões poderíamos ver uma reversão da tendência na aprovação da União Europeia.

Parece que não dizemos nada de novo, simplesmente com esta expressão popular (encontramos é inadmissível que o povo se pronuncie sobre questões de tamanha importância político-econômica) a vacilação do projeto europeu é cada vez mais evidente.

As reflexões mais importantes após este evento são, em nossa opinião, de natureza predominantemente política, mas dada a natureza do blog, não é nossa intenção aprofundá-las a partir deste ponto de vista.

O pesar é certamente grande, mas a esperança de que o Brexit possa criar estímulos e respostas no Eurogrupo não pode ser excluída; em suma, nada está perdido como os mercados podem nos fazer acreditar nos dias de hoje…

A Inglaterra passa, enquanto permanecem os problemas estruturais da economia do Velho Continente. Com um sistema de juros negativos, o dedo permanece no frágil sistema bancário.  Portanto, o conselho é não se deixar atrair pelos preços das ações aparentemente atraentes dos bancos e seguradoras, poderíamos ver uma rápida recuperação dos preços.

Mas o problema é estrutural e aihmè engessado e sem saída em nossa opinião, senão através reestruturação, futuros de dívida ou outras contribuições de Bancos Centrais para resolver o problema pela enésima vez.

Portanto, acreditamos que o mercado americano deve prevalecer estrategicamente no que diz respeito ao patrimônio (já nos expressamos mais sobre a necessidade de ter o mínimo possível porque não há oportunidades de ATUALIZAÇÃO DE MERCADO: a verdadeira armadilha).

E a única aposta convincente em termos de preços de desconto que vemos em Commodities (neste sentido, inserimos no blog isso aprofundando FOCO: o mundo das matérias-primas).